Thiago Sotero
Viajou para a Polônia!
Mas para iniciar essa jornada ele realizou um projeto de 6 semanas em Varsóvia, Enter Your Future! Que consistia em dar workshops sobre criatividade, empreendedorismo, problemas sociais, vida pessoal, além de falar um pouco sobre o Brasil e a cultura brasileira para adolescentes entre 15 e 19 anos. Nesse projeto, os 10 intercambistas participantes se revezavam entre si, viajando para cidades do interior da Polônia a cada semana em grupos de 3 ou em duplas.
Nas escolas em que trabalhou, ele teve a oportunidade de conhecer diversos tipos de pessoas, pessoas maravilhosas que faziam questão de lhe dar atenção e leva-lo a conhecer alguns lugares e compartilhar conhecimentos acerca das culturas de seus países, a cada semana era uma surpresa.

“Eu me surpreendia com o que os alunos preparavam pra mim. Essa experiência permitiu que eu ajudasse os adolescentes a se conhecerem melhor, como também, permitiu que eu conhecesse mais e desenvolvesse as habilidades que eu achava que não tinha.”
Thiago morou com outros 9 intercambistas em um apartamento. Morar com essas pessoas de diferentes países, com diferentes culturas e com visões de mundo distintas o fez crescer muito, e de uma forma incrível. Pôde ter diversas experiências, dentre elas o choque cultural, que ocorre inicialmente quando se está em “terras estranhas”, mas segundo ele: “o diferente é bastante rico e interessante.”
O pessoal da AIESEC Warsaw University me recebeu maravilhosamente bem. Não deixou de acompanhar em nenhum momento minha estada no país deles. Isso deu uma segurança enorme pra mim, pois eu estava num país desconhecido e longe de casa. Ter tido a experiência de ser um membro da AIESEC e depois realizar um intercâmbio na Polônia me fez desenvolver diversas habilidades, além do mais me transformei num cidadão melhor, mais tolerante e de mente aberta.
Ludmilla Luckwü viajou para a Turquia
Ludmilla Luckwü tem 20 anos é estudante de Ciências econômicas e passou uma experiência de intercâmbio de 2 meses e meio na Turquia!
Inicialmente, seus objetivos para realizar esse intercâmbio foram para aprender sobre outras culturas, lugares, conviver com pessoas diferentes e realizar um trabalho voluntário pela AIESEC. Mas, quando chegou lá e viu o cotidiano da AIESEC internacional, percebeu a dimensão da organização e uma outra visão de seu funcionamento, o que a motivou, também, a querer fazer a diferença (tanto lá quanto aqui). Além disso, ela obteve uma grande oportunidade de desenvolver meu autoconhecimento.
”Sempre tive vontade de morar fora. Essa experiência aguçou ainda mais esse meu desejo. Autoconhecimento, aprender a lidar com os outros, passei a me preocupar mais com os outros e tentar entendê-los e ajudá-los. Mesmo que eu já me considere independente, essa experiência me provou que posso ser ainda mais. Fez-me pensar sobre a vida e sobre o meu futuro. Trabalhei com crianças deficientes, o que me fez conhecer um pouco mais sobre seu cotidiano e realidade, tive que usar formas para deixar as aulas mais dinâmicas. E, no fim, você percebe que o mundo e a realidade são muito maiores do que você acha que eram.”
Além de reconhecer toda essa experiência de trabalho socio-cultural, como altamente impactante na vida de Ludmilla, a diferença de cultura e troca de experiências foi de grande influência para ela, pois pôde entrar em contato tanto com a cultura da Turquia como também com a da Indonésia, Eslováquia, Azerbaijão, Cazaquistão, Polônia, dentre outras.
Como um dos melhores momentos, ela destaca o Global Village: “Estava na praça de um shopping grande fazendo apresentação sobre o meu país (cada país era representado por seus intercambistas através de roupas, comidas típicas, fotos, bandeira, música, dança, objetos, etc.) e pude perceber muitas pessoas interessadas. Além disso, todas as crianças que passavam pediam para tirar foto conosco e que nós desenhássemos a bandeira do Brasil em seu rosto ou mão. Foi um momento único, e melhor ainda foi aprender com alguns amigos turcos a dançar um roll call brasileiro e dançar no meio do shopping junto a todos eles.”
Em viagens de intercâmbio há sempre um doce e um amargo, até porque viver em um país de cultura diferente não é fácil! Ludmila sentiu muita falta de sua família e de seus amigos. A diferença de horário foi um problema, pois são 5h de diferença! E também porque os lugares fechavam cedo. Havia a diferença de temperatura, -9ºC em Ankara (nevando), capital da Turquia.Inicialmente a comunicação foi uma dificuldade e comparado aos membros do Comitê Organizador do projeto o qual fazia parte, sabia pouco de inglês. Isso, no entanto, foi melhorando aos poucos, com repetição mais devagar do que já fora dito, tradutor, mímica, outro idioma (ex: alemão), etc.
Sobre o host e interação social
Luiz Arthur – Turquia
Luiz Arthur Sousa tem 28 anos, é Alumnus da AIESEC Recife e foi mais um que escolheu a Turquia como destino do seu intercâmbio. Bem, na verdade, a Turquia que “o escolheu”. “Fui selecionado para passar seis meses em uma empresa em Istambul, Turquia. Uma empresa de médio porte que queria expandir seu mercado para a América Latina. Uma oportunidade muito interessante, pois, os gestores deram sinal verde para que eu utilizasse qualquer estratégia para vender seus produtos. Uma experiência incrível, que, ao invés de seis meses, durou quase dois anos. Istambul é incrível, recomendo para todos! O encontro das diferenças, o ocidente com o oriente, do moderno com o antigo.”
Dentre as melhores coisas que aconteceram no intercâmbio, Luiz Arthur destaca algumas pessoas que ele conheceu nessa incrível experiência. “May Lew – AIESEC Australia, Sofia Piña – AIESEC México, Naoufel Testauoni – AIESEC Marrocos. Todos com diferentes culturas e diferentes perspectivas, mas com um ponto em comum, o empreendedorismo e vontade de mudar.”
Juntos, em 2010, eles começaram o primeiro projeto real de empreendedorismo, a English Affairs, uma consultoria que proporciona treinamentos na área de comunicação e línguas no o setor corporativo para expandir seus negócios. Na English Affairs foi onde começaram realmente os desafios, executar planejamento estratégico, desenvolvimento de produtos, operacionalizar e vender em um país completamente diferente do seu, dentre outros. A empresa ainda continua, mas por motivos maiores, alguns sócios saíram. Segundo Luiz Arthur, “Depois de experimentar o empreendedorismo, não quis para mais. E tenho certeza que o sucesso que eu obtiver grande parte eu devo a AIESEC que me proporcionou oportunidades únicas de aprendizado e experiência.”
Rodrigo – Suíça
A Suíça é um país sem costa marítima cujo território é dividido geograficamente entre o Jura, o Planalto Suíço e os Alpes, somando uma área de 41 285 km². A população suíça é de aproximadamente 7,8 milhões de habitantes e concentra-se principalmente no planalto, onde estão localizadas as maiores cidades do país. Entre elas estão as duas cidades globais e centros económicos de Zurique e Genebra. A Suíça é um dos países mais ricos do mundo relativamente ao PIB per capita calculado em 75.835 de dólares americanos em 2011. Zurique e Genebra foram classificadas como as cidades com melhor qualidade de vida no mundo, estando em segundo e terceiro lugar respectivamente.
A Suíça foi o país escolhido por Rodrigo para viver essa incrível experiência que é o intercâmbio.
“A principal lição suíça seria aprender a gerenciar o seu tempo da maneira mais eficiente possível, incluindo o tempo entre as conexões dos trens. Tudo funciona tão sincronizado que você acaba se atrasando quando não tem um planejamento. No trabalho, a carga horária é perfeitamente dividida em porcentagens de tempo a ser dedicado em cada projeto. Isso é seguido rigorosamente por todos os empregados. Após algumas semanas de adaptação você acaba se integrando ao jeito suíço de ser e começa a se estressar quando algo ou alguém está atrasado alguns minutos.”
“A cidade de Zurich é bastante internacional, mesmo que você não saiba um dos idiomas oficiais, é possível conversar em inglês com boa parte da população e eles sempre estão dispostos a ajudar apesar de serem um tanto fechados para qualquer tentativa extra de socialização. Ainda sim é possível eliminar essa barreira com um pouco de brasileirismo. Para entender melhor as pessoas, acabei me engajando no CL¹ daqui. Não pude participar ativamente dos projetos por questões de tempo, mas pude ir a reuniões e conferências e ensinar um pouco como integrar todos os trainees. Hoje em dia, sempre que ocorre algum evento, eles solicitam minha participação. Se eu pudesse, certamente ajudaria mais. Profissionalmente, tive bastante sorte na Avaloq, empresa onde trabalhei durante o intercâmbio e fui contratado posteriormente. Além do ambiente de TI ser um pouco mais informal, os meus superiores me deram liberdade suficiente para eu conquistar meu espaço. Os projetos eram bastante interessantes, o que motivava ainda mais alcançar melhores resultados. Meus colegas de trabalho são de várias partes do mundo, então você também aprende muito sobre outras culturas e percebe o quanto eles gostam do Brasil, mesmo com os problemas que temos. Depois de um tempo, tudo fica meio fragmentado e difícil de descrever objetivamente. Mas, concluindo, acredito que a AIESEC abriu várias portas para mim e eu tenho aproveitado bem cada experiência que obtive desde então.”
¹CL: Local Committee (Comitê Local), escritório local da AIESEC.
Rafael Carvalho e sua experiência na Turquia
Assim como Jéssica Leite (do depoimento anterior), o estudante de direito Rafael Carvalho, de 22 anos, também escolheu a Turquia como destino. Ele foi trabalhar em um projeto chamado ”Myself My World”, onde ele e mais três intercambistas (uma garota do Cazaquistão, uma Chinesa e um rapaz da Malásia), realizavam workshops para adolescentes. Os temas, eram os mais variados: Liderança, Sustentabilidade, Empreendedorismo, Mente Global, dentre outros. Eles participavam, também, de eventos culturais e apresentavam suas culturas para os estudantes e para a sociedade turca.
Segundo Rafael, a experiencia foi marcante. “Gerir um time de pessoas tão diferentes e de culturas tão extremas me proveu um nova habilidade de gestão e de sensibilidade ao outro. Outro ponto que me marcou muito foi que na minha cidade haviam mais de 120 intercambistas, me possibilitando, assim, entrar em contato com culturas dos 5 cantos do mundo e desenvolver meu inglês a um nível que eu não esperava.” Rafael morou em vários lugares, incluindo famílias tucas, um alojamento com mais 20 intercambistas e com amigos. Para ele, cada experiência é diferente e intensa e todas são válidas.
“O que eu acabei mais gostando, na verdade, mais me apegando, foram aos turcos, eles são pessoas maravilhosas, muito gentis, educados, com propósito na vida e, acima de tudo, eles são intensos, o que isso quer dizer, mesmo eu tendo passado apenas 3 meses a conexão que eu criei com as pessoas, os responsáveis pelo meu projeto e os meus alunos foi simplesmente mágica. Lembro, como se fosse hoje, do meu último dia de aula, os presentes, a despedida, o choro. Quando eu subi no auditório eu quase não conseguia falar, só consegui dizer que nunca os esqueceria e comecei a chorar.”
Link para o vídeo com um pouco mais sobre o depoimento de Rafael: http://www.youtube.com/watch?v=WcHT_FlM_KQ
Turquia – Jéssica Leite
Jéssica Leite, atual alumnus da AIESC Recife, fez um intercâmbio social para Turquia. Lá, ela ensinou inglês e temas como empreendedorismo e gestão de tempo para adolescentes que estavam em um acampamento de verão. Entre os pontos negativos da experiência, Jéssica destaca o fato de ter passado pouco tempo no país, além do trânsito do mesmo “O trânsito é infernal e louco! Pior que o de Recife!”, diz ela. Já na parte boa, ela fala que é impossível escolher. “Adorei estar em um lugar incrivelmente rico em história e tradição, de conhecer um pouco mais sobre a religião islãmica, de nada no geladíssimo Mar Negro e no salgadíssimo Mar Egeu. São muitas coisas, não tenho como escolher uma só.”
A maior dificuldade (ou desafio, nas palavras de Jéssica) do intercâmbio foi ter ido para um país onde poucas pessoas falam inglês e, por isso, ter que aprender pelo menos um pouco de turco. Mas, segundo ela, a experiência foi interessante pois além dela ter aprendido a se virar sozinha, teve que passar por algumas situações engraçadas para conseguir se comunicar.
”Eu queria descobrir mais do mundo, sempre tive o sonho de visitar e morar em outros países e realizei esse sonho através da AIESEC. Mas, também busquei um desafio pra mim. Eu escolhi meu projeto pensando em me desenvolver pessoalmente, por isso quis trabalhar em um projeto educacional onde eu tive que lidar com adolescentes e falando numa língua estrangeira. Não podia ter feito escolha melhor, além de desenvolver bem a fluência da língua, eu pude conhecer pessoas incríveis, tanto da AIESEC, quanto os meus estudantes.”
Alan Cruz – México
“Fundada em 1987, a Ampliar Engenharia oferece serviços nas áreas de construção e reforma de estabelecimentos comerciais e empresariais. Estabelecida em Recife, a empresa já construiu mais de 600 lojas e estabelecimentos desde o Ceará até a Bahia nos principais Shoppings Centers e Zonas Comerciais. Focada na qualidade do serviço e no prazo de entrega, oferece o melhor de custo x beneficio ao cliente. Trabalhando para fazer com segurança e confiabilidade o serviço.”
Porque estamos falando da Ampliar Engenharia? Porque é lá que Alan Cruz, trainee da AIESEC Recife, está trabalhando. Alan veio do México para desenvolver suas atividades profissionais dentro de uma empresa brasileira. Quanto ao auxílio da AIESEC em sua estadia, ele diz que não tem do que reclamar. “Minha Experiência na Aiesec até agora tem sido muito boa. Os membros da AIESEC Recife me receberam no aeroporto e estão sempre cuidando de mim, procurando um lugar para ficar e compartilhar fins de semana comigo.”.
Alan diz também que já está começando a entender um pouco mais o português. E que, mesmo tendo um pouco de dificuldade no começo da viagem por causa da acomodação, ele conseguiu resolver sem maiores problemas.
Uma aventura na Turquia por Maria Cecília Bove
A Turquia, cujo nome oficial é República da Turquia, é um país euro-asiático que ocupa toda a península da Anatólia, no extremo ocidental da Ásia, e se estende pela Trácia Oriental (também conhecida como Rumélia), no sudeste da Europa. Esse foi o destino escolhido pela intercambista Maria Cecília Bove, de 19 anos. Segundo ela, a parte mais interessante da viagem foi a troca de experiências além das amizades que ela fez por lá, amigos esses que ela já diz levar para sempre. Apesar de ter ficado doente (ele teve uma infecção no rim e precisou ser hospitalizada), Maria Cecília diz que essa é a única parte que ela gostaria de mudar na viagem. “Se eu não tivesse ficado doente, poderia aproveitar mais meu intercâmbio”, diz ela. Cecília também conta que amadureceu muito com a viagem e que aprendeu a se virar sozinha. “As dificuldades parecem maiores quando a gente tá longe da família, mas ao mesmo tempo a gente se descobre mais forte, mais auto-suficiente.”
O maior objetivo do intercâmbio de Maria Cecília Bove foi ela se desenvolver mais como pessoa além de criar consciência sobre o mundo. Para finalizar, ela diz que não teve nenhum problema para se relacionar com as pessoas “Essa foi a parte mais fácil, a mais divertida e a que mais deixa saudades”
Alumnus – George Carvalho
George Carvalho é um Alumnus e também foi presidente da AIESEC Recife em 2011. Para quem não sabe, Alumni são ex membros da AIESEC que utilizam as experiências, as habilidades e a visão ampliada adquiridas dentro do trabalho na organização para serem agentes de mudança positiva na sociedade. Eles oferecem também, troca de conhecimentos, valorização da diversidade e expertise em gestão de equipes. Segundo George, o aprendizado que a AIESEC proporciona a seus membros é uma experiência única. Ele diz que liderar pessoas em prol de alcançar um objetivo em comum, faz as pessoas irem cada vez mais longe.
“Após três anos de envolvimento com a AIESEC, posso garantir que essa organização me proporcionou uma nova forma de ver o mundo e interagir com ele. Ao mesmo tempo em que me permitiu desenvolver habilidades e explorar competências que eu jamais imaginaria trabalhando em qualquer outra organização. A AIESEC tem me permitido ir além, em todos os sentidos, desde o físico – cruzando todo um continente – ao intelectual – aprendendo a me relacionar com pessoas diferentes, liderando equipes e conectando tudo isso a um objetivo de alcance global! E são essas experiências desafiadoras que me dão a certeza de que, através da AIESEC, eu tenho agregado um diferencial enorme, não só ao meu currículo, mas também pessoalmente, sempre colocando à prova meu autoconhecimento e extrapolando os limites das minhas capacidades.”
Atualmente, George Carvalho está na Argentina, trabalhando na capacitação dos escritórios da AIESEC desse país para que desenvolvam projetos sociais. Em abril, ele se muda para o México, onde vai trabalhar na empresa de consultoria PricewitherhouseCoopers, parceira global da AIESEC.
Eslováquia
A universitária Thaís Barros, de 20 anos e estudante de ciências políticas, escolheu um destino inusitado para seu intercâmbio: Eslováquia. Apesar do país não ser um dos mais escolhidos para esse tipo de viagem, Thaís adorou a experiência. Ela ensinou inglês para crianças que moram em um orfanato e um dos objetivos de seu intercâmbio foi vivenciar outro tipo de realidade, totalmente diferente da que ela estava acostumada. Lá, nossa intercambista conta que sofreu um pouco com a diferença das comidas (as de lá quase não possuem tempero) mas no fim da viagem, já estava acostumada. Sua maior dificuldade foi a comunicação. Ela não falava eslovaco e as pessoas não falavam inglês. O que fazer então? “Depois de muita mímica e pessoas traduzindo, desenvolvemos um jeito próprio de nos comunicarmos, misturando as duas línguas”, diz Thaís. Apesar de confessar que esperava encontrar pessoas “frias” e reservadas, ela diz que as pessoas foram amáveis com ela em todos os lugares. Ela morou no próprio orfanato onde trabalhava e fazia as refeições com as crianças, o que serviu para aumentar o vínculo entre elas.
“Com relação ao meu projeto, experiência que não dá pra explicar em palavras, só vivendo o que eu vivi com aquelas crianças durante as seis semanas. Conheci a realidade de um orfanato, passei pras crianças um pouco do meu país – que muitas delas nem sabiam que existia – e da minha cultura, estudei com elas, brinquei, tudo! E isso com crianças que não falavam inglês. Aprendi que até quando se tem uma barreira linguística querendo atrapalhar, basta a força de vontade para estabelecer comunicação e criar uma amizade. E saí de lá tendo ensinado a eles um pouco de inglês, e tendo aprendido também um pouco de eslovaco!”






















